domingo, 11 de janeiro de 2009

VÍTIMAS DA MODA...


Ser hype, cool, descolado,
Enfim, quem não quer andar ou estar na moda?
Quantas mulheres não invejaram o Manolo da Carrie Bradshaw e quantos marmanjos não copiaram o corte de David Beckham?
Essa influência é natural e pode ser muito saudável se aplicada de forma coerente.
Mas o que é moda afinal?
Moda vai muito além das passarelas, coleções, e tendências da última temporada, por exemplo, atualmente, está super em voga envolver-se em projetos relacionados a causas sócio-ambientais. Muitos desses programas se estendem e adquirem caráter sazonal. Esse processo confirma que a moda não se resume apenas aos conceitos superfluos. Estas ações podem atingir resultados consideralvelmente relevantes, agregam valores reais a nação e refletem positivamente em diversos apectos ligados ao bem estar social.
A moda influencia a cultura e o comportamento humano, e tornou-se uma poderosa arma que vai muito além das futilidades do "mundinho fashion.
Mas até que ponto a ditadura da moda pode chegar?
Na década de 80, a moda ditava um padrão demasiadamente excessivo com direito a maquiagens carregadas, figurinos pesados, cabelos exagerados. Tudo muito over...
Na década de 90 veio o padrão esquelético heroin-chic, modelos bulímicas estampavam out-doors e capas de revistas, promovendo uma apologia velada a anorexia e ao consumo de drogas. Na virada do milênio a moda buscou em Gisele Bundchen o equilíbrio perfeito para simbolizar o novo modelo de geração saúde. Embora muito magra para os padrões convencionais, Gisele fez o mundo esnobar o padrão esquálido e valorizar novamente as curvas mais voluptosas. Nessa onda de SUSTENTABILIDADE, a top ENGAJOU-SE num projeto de arrecadação em benefício á Tribo Índios do Xingu. Isso só prova que a imagem de Gisele ultrapassa as fronteiras das passarelas, das revistas e editorais de moda, e pode ser utilizada para despertar o interesse coletivo à causas importantes de cunho social.
A moda é uma poderosa ferramenta de comando que pode mudar toda uma história. Se os meios de comunicação representam o quarto poder, a moda pode ser considerada o quinto.
Estar na moda é, antes de tudo, ser você mesmo, e ter opinião própria.
Portanto, independente de qual seja o último grito de Anne Winter, não podemos ignorar nossa percepção, é preciso muito bom senso.
Ditar moda é ser original, ter atitude, reinventar-se sem perder a identidade.
Então,vamos lá hein!!!
Strike a pose.

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